O eterno dilema dos vícios, quase todos acabam por provocar os seus efeitos nefastos a nível do organismo do indíviduo, em manifestações na saúde física e mental. Drogas,alcool,tabaco, a roleta, as paixões etc.. Nenhum deles é insento de efeitos. as diferenças encontram-se na escala de gravidade e de facto, a droga é um flagelo no nosso país e parece estar a tomar proporções alarmantes. As camadas mais jovens têm o privilegio de acesso a uma informação sobre os malefícios da droga que dantes não se encontrava disponível com esta intensidade. E mesmo assim parecem não recear. Ponho-me a pensar que há factores externos envolvidos, algo que os empurra mesmo para a droga, algo como depressões, falta de vontade de viver.. não concebo que um jovem hoje em dia se vire para as drogas por mera curiosidade. Vejo a droga como algo de medonho que só deve mesmo ser usada com fins terâpeuticos e sob controlo de profissionais. E uma vez que as capacidades para combater este flagelo ainda não parecem ser 100% eficazes, penso que legalizar salas de chuto não seria de todo má ideia, creio que até pooderá haver tendência para a diminuição do uso de drogas pesadas e o mais importante, a disseminação do VIH e das hepatites. Por outro lado, o mesmo investimento aplicado em mais centros de reabilitação ou mais eficazes..
E finalmente, a instrução também começa em casa. Tenho sobrinhos a entrar na adolescência e não escapam às histórias da tia que lhes enche os ouvidos com histórias que nem ao diabo lembram. Essencial é deixá-los a reflectir. Ou tirar-lhes as ideias da cabeça. Sem contudo esquecer que não os podemos controlar totalmente, mas pelo menos fica-se com a consciência de que desempenhamos o nosso papel como veículo de informação.
JUSSYARA DOURADO
Jussi
ResponderExcluirMeu amor, cadê sua redação, seus comentários pessoais sobre as drogas?
Esse vc retirou da NET
bjs